sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Recurso de inclusão, audiodescrição ainda está longe das escolas

Recurso de inclusão, audiodescrição ainda está longe das escolas

Mil palavras valem mais do que uma imagem para quem tem deficiência visual. É por meio da audiodescrição que filmes e peças de teatro se tornam acessíveis para esse público. Contudo, o recurso de inclusão não se popularizou entre os programas de lazer, e é ainda menos explorado na sala de aula. Fora das grades curriculares das licenciaturas, a capacitação de professores fica por conta de cursos de extensão, que ainda são raros - é mais comum encontrar formações voltadas para a área cultural.
Historiador e doutorando em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Felipe Mianes, 31 anos, fez aulas de audiodescrição de produtos culturais na Faculdade de Arquitetura da UFRGS em 2012. Apesar de já trabalhar com temas relacionados à acessibilidade desde 2008, foi após o curso que ele começou a atuar como audiodescritor consultor na empresa Tagarellas Audiodescrição, de Porto Alegre, onde supervisiona os roteiros de audiodescrição.
Atualmente, Felipe, que tem baixa visão, ministra a segunda edição do curso Audiodescrição e suas Intersecções com a Educação na UFRGS, destinado a professores de todas as áreas do conhecimento, pedagogos, profissionais que atuam em museus, bibliotecas, teatros e centros culturais, comunicadores, produtores e gestores culturais. “Criamos este curso especificamente para formar profissionais de audiodescrição na área de educação. É o primeiro com este foco. Há outros voltados à área cultural”, conta.
A audiodescrição é um recurso relativamente novo no Brasil. Segundo Felipe, as pessoas começam a perceber agora que podem utilizá-lo dentro da sala de aula. Tendo professores capacitados, alunos com deficiência visual não teriam dificuldades ao assistir a filmes ou entender gráficos e mapas, frequentemente utilizados em disciplinas como história, geografia e matemática. “A audiodescrição é muito importante no processo de educação do aluno e não há esta formação nas grades curriculares das graduações de licenciatura”, aponta.
A audiodescrição é muito importante no processo de educação do aluno e não há esta formação nas grades curriculares das graduações de licenciatura
Felipe Mianesaudiodescritor
Felipe comenta que existem instituições de ensino que oferecem, geralmente no contraturno, centros multimeios especializados em atender pessoas com deficiência. “São espaços onde são retomados conteúdos passados em sala de aula. Neste espaço, a audiodescrição é fundamental, mas o ideal seria que fosse feita na sala de aula mesmo”, opina o audiodescritor. Para ele, seria fundamental ter a formação como disciplina dos cursos de licenciatura. “Ao menos que sejam como eletiva e não fique a cargo da extensão”, diz. Além de contemplar necessidades e especificidades da aprendizagem deste sujeito, a audiodescrição contribui para a autoestima do aluno com deficiência. “Ele se sente acolhido no processo educacional, fora a questão de formação e aprendizagem. Acaba mudando a vida destes alunos”, completa Felipe.
Escassez de cursos
A grande escassez de profissionais qualificados na área de audiodescrição - tanto para educação quanto para produtos culturais - deve-se ao fato da não existência de cursos regulares para esta formação. A maioria é promovida pelas empresas que trabalham com audiodescrição. “Podemos fazer cursos de extensão, como este com intersecção na educação, mas não de formação. O curso de formação de audiodescritores tem que ter, no mínimo, uma carga horária de 100 horas”, explica o professor do curso de extensão da UFRGS. 
A demanda por profissionais desta área é tão grande que, além de ter muita gente trabalhando sem a formação adequada, a solução que vem sendo utilizada são cursos de ensino a distância. Algumas universidades promovem iniciativas pontuais, como o curso de Introdução à Audiodescrição da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também já realizou curso semelhante. A faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) oferece o curso de especialização em Acessibilidade Cultural, com 45 horas dedicadas à audiodescrição. De acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência - a maioria visual, com mais de 35 milhões de deficientes.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PROJETO FINAL


Disciplina: Informática Aplicada a Educação

Alunas: Sílvia Janaína Pimentel e Simone Oliveira dos Santos

Turma: LQ 5 - Vespertino

 

Projeto Final

 

1)           Criar um Blog ou Wiki. (1,0).


 

2)            Inserir seu endereço do twitter ou facebook no blog ou wiki. (0,5).


 

3)            Atualizar seu facebook ou twitter com informações educacionais sobre sua área e tema escolhido para o projeto final. (0,5).

4)            Dividir as informações no wiki ou blog com os 5 itens:

a)    Resumo do Projeto de Aprendizagem – Explicar o tema e o objetivo da atividade. Descrever o que o aluno poderá aprender como esta aula. Duração da atividade. Conhecimento prévio trabalhado pelo professor,  estratégia e recursos da aula. (2,0).

 

A tabela periódica colaborando para a sustentabilidade:

As questões ambientais vêm conquistando espaço importante no âmbito educacional, portanto cabe ao professor levar os temas relevantes para a boa vida no planeta para dentro da sala de aula, independente da disciplina que ministra, com o objetivo de  transformar o seu ambiente escolar em um exemplo de sustentabilidade.

·               Objetivo Geral: Compreender a importância de reconhecer as propriedades e características dos elementos químicos a partir das informações contidas na tabela periódica a fim de contribuir para o conhecimento sobre os elementos químicos e sua estreita relação com o meio ambiente sustentável.

Objetivos específicos:

·          Conhecer a estrutura da tabela periódica

·          Identificar os elementos químicos na tabela periódica

·         Relacionar os elementos químicos e suas propriedades com o meio ambiente. 

b)    Organizar as idéias registradas e desenvolva um Mapa conceitual sobre toda a atividade do blog utilizando o cmaptools, colocar no blog/wiki a figura do mapa e  enviar por e-mail a o arquivo com extensão .cmap.(1,0).

Tema do Blog: Educação e Cidadania

A tabela periódica colaborando com a sustentabilidade ambiental



 
c)    Desenvolvimento da Atividade – descrever os passos que serão realizados na atividade para que o aluno consiga atingir o objetivo de aprender o conteúdo exposto. Buscar uma base de figuras, vídeos, mapas para exemplificar a atividade.(1,0).

SEQUENCIA DIDÁTICA:

1ª Aula:

1ºMomento -  Iniciar discussão com os alunos a respeito de como eles vêm o meio ambiente e se eles se sentem parte deste.

Como os materiais são formados?

Observar os materiais ao redor e classificá-los: São de origem natural ou artificial?

Os materiais se originam a partir da combinação de outros materiais, que se formam também a partir da mistura de substâncias.

Ressaltar que existem milhares de substâncias que são formadas por pouco mais de uma centena de elementos químicos.

2ºMomento: Apresentar a Tabela Periódica e sua estrutura, ou seja como os elementos estão organizados e destacar que este é um instrumento de apoio às aulas, não é para ser memorizado mas sim, compreendido e utilizado corretamente.

Destacar a organização da tabela:  7 linhas (períodos) e 18 grupos (famílias)

Mostrar a classificação dos elementos: metais, não metais

Apresentar as propriedades dos elementos: sólidos, líquidos, gasosos, propriedades gerais e específicas.

Estabelecer a mediação do conhecimento científico ministrado com a sua importância para o cotidiano: As propriedades dos elementos permitem conhecer o tempo de duração das substâncias no ambiente e com isso planejar ações que possam garantir a sustentabilidade.

3ºMomento: Utilização do objeto de aprendizagem e outros instrumentos para dinamizar e fixar os conteúdo



 



2ª Aula:

4ºMomento: Exercício de Verificação de Aprendizagem

 

d)   Avaliação da atividade – escolher um método avaliativo da atividade e explicar poderá avaliar o conhecimento adquirido pelo aluno.(1,0).

A avaliação da atividade terá caráter formativo, ou seja,  cada  momento permite o uso de instrumentos avaliativos diferenciados:  discussão sobre o tema, proposição de ideias dos alunos, exercícios escritos.

 

e)    Citar as referência bibliográficas.(1,0).

Carlos Barros e Wilson Roberto Paulino. 6º ao 9º ano.

 

5)    Escolher um Objetivo de Aprendizagem para auxiliar o desenvolvimento da atividade. (2,0).

 
OBJETO DE APRENDIZAGEM
Título:
Tabela periódica
Tipo do recurso:
Animação/simulação
Objetivo:
Apresentar a tabela periódica e a as propriedades dos elementos químicos
Descrição do recurso:
Apresenta a tabela periódica e possibilita, através da escolha de um elemento específico, visualizar sua propriedades, tais como: número atômico, massa atômica, eletronegatividade e a distribuição dos elétrons
Componente Curricular:
Ensino Médio. Ciências Exatas e da Terra:: Física e Química
Tema:
Ciências Exatas e da Terra::Química::Físico-Química Educação Básica::Ensino Médio::Química::Propriedades das substâncias e dos materiais
Autor(es):
Silva, Tatiana da
Descrição:
Noções de estrutura atômica
Endereço eletrônico:
Detentor do direito autoral:
Tatiana da Silva
Recurso elaborado pela Equipe Web Física, com a parceria entre o Instituto de Física, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IF/UFRJ) e o Centro de Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro, da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ/CECIERJ). Para visualizar este recurso é necessário instalar o Flash Player
Submetido por:
Universidade de Brasília (UnB)

 

 

CLUBE DA QUIMICA

CLUBE DA QUÍMICA


Assim, quase sempre, é exigida a pura memorização, restrita a baixos níveis cognitivos, geralmente consolidados por exames de vestibulares e em livros textos amoldados com esta situação. Enfatizam-se muitos tipos de classificações, como tipos de reações, ácidos, soluções e outros temas, que não representam aprendizagens significativas

XX Congresso Nacional da APAEs

Resumo:
 

As Tecnologias da Informação e da Comunicação são indiscutivelmente hoje um tema urgente e palpitante para todos os cidadãos brasileiros. Mais ainda se torna uma questão de possibilidades e novos caminhos para a Educação, e, dentro desta, uma crescente e necessária utilização de suas ferramentas no processo educacional de pessoas com deficiências.

Apresento minhas perplexidades e dúvidas, além de minha reconhecida apologia do uso e aplicação de novas tecnologias da comunicação e da informação no campo da Educação Especial, principalmente no meu desejo de transformação da Exclusão Social e Digital a que todos os cidadãos estão ainda submetidos em nosso País.
Há que difundir o seu uso ético e científico, bem como sua socialização ampliada, desmitificando o uso de ferramentas sofisticadas e caras, buscando soluções que possibilitem a sua efetiva implementação nos diversos e diferentes contextos das escolas brasileiras.
Acredito e tento fazer crer que, no processo transformador, chamado de inclusivo, do acesso às informações e ao conhecimento através do uso de computadores e de suas redes de comunicação, há uma urgente necessidade de sua democratização de acesso e uso, correndo-se o risco de acentuar e não remover as divisões e barreiras entre os que podem e os que não podem usufruir destas ferramentas tecnológicas atuais. Temos de combater a info-exclusão e a criação dos sem-computador ou sem-internet, os que estão conectados e os desconectados, os que chateiam e os chateados por não poderem bater papo com o Mundo.
As chamadas inovações e avanços no campo das tecnologias têm surpreendido a humanidade, muitas vezes criando mitos e explorações, porém no campo das deficiências e na vida cotidiana dos deficientes, e em especial dos cidadãos com Paralisias Cerebrais (que chamamos de DEF – Distúrbio de Eficiência Física ), o que estamos assistindo e participando é um processo criativo de produção de novos meios, técnicas e instrumentos que, quando eticamente utilizados, irão favorecer os processos de aprendizagem, profissionalização, autonomia e de inclusão social destes cidadãos.



Palavras-chaves: Novas Tecnologias, Inclusão Social, Universal Design, Educação Especial, Informática aplicada à Educação Especial, Acessibilidade, Inclusão Digital, Exclusão Social, Internet, Tecnologias Assistivas ou Auxiliares, Comunicação Aumentativa e Alternativa ou Suplementar, Era Digital.
http://www.defnet.org.br/Avancos_tec.htm

O Uso Da Tecnologia Na Educação Especial

O Uso Da Tecnologia Na Educação Especial

Robson Carlos Lima*
Resumo.Nos dias atuais a importância da tecnologia na área da educação é muito discutida, mas quando falamos de educação especial ela se torna quase obrigatória, uma vez que muitas pessoas dependem desse meio para ter acesso ao aprendizado e adquirir as competências básicas que são de direito de todo cidadão. Aliar tecnologia à educação especial é garantir o direito de acesso ao conhecimento, dando ao indivíduo uma chance de mostrar seu potencial como qualquer cidadão considerado 'normal' perante a sociedade.


Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/o-uso-da-tecnologia-na-educacao-especial/1880/#ixzz2YCtR9HIc

terça-feira, 25 de junho de 2013

http://superdom.blogs.sapo.pt/12658.html



Analogia nas aulas de Ciências-- uma ajuda ou empecilho


O amor é como uma flor. Há que regar, podar, tirar ervas daninhas... Tratar, cuidar, mimar. É como a minha avó diz: as plantas são como as pessoas, só que não falam. Se não for assim, todos os dias, vai acabar por definhar e morrer. E o Mundo ficaria mais triste com menos uma flor, com menos uma história de amor... excerto do blog Breathing feelings.
Explicar o amor é uma árdua tarefa, no entanto todos ficamos sensiveis à beleza e delicadeza das flores. Ao comparar-se algo de desconhecido como o amor através de algo tão familiar como uma flor estamos a recorrer a uma analogia. Na literatura é vulgar usar-se o termo de alvo para aquilo que queremos explicar e que está no domínio desconhecido (neste caso o amor) e análogo para o que é do domínio familiar (a flor).
No ensino das Ciências são vários os exemplos de recurso ao uso de analogias. No blog Café com Ciência encontrei esta analogia relativamente frequente " A relação entre o volume de um átomo e o volume de seu núcleo é a mesma que existe entre o volume de um estádio como o Maracanã e o volume da cabeça de um alfinete. E, ainda nesse contexto, os elétrons seriam partículas “voando” ao redor do estádio com um décimo do diâmetro de um fio de cabelo! (desculpem-me os Físicos se as proporções estiverem um pouco erradas).
De seguida o autor defende entusiasticamente o uso de analogias em contexto didactico pois segundo o próprio ""Confesso que passei a ver as coisas de forma diferente.


terça-feira, 18 de junho de 2013

Educação e tecnologia

As Tecnologias da Informação e da Comunicação têm vindo a provocar uma enorme mudança na Educação, originando novos modos de difusão do conhecimento, de aprendizagem, e, particularmente, novas relações entre professores e alunos.As pesadas enciclopédias foram substituídas pelas enciclopédias digitais, pela consulta de portais académicos e outros locais diversificados. Passamos a utilizar sistemas electrónicos e apresentações coloridas para tornar as aulas mais atractivas e, frequentemente, deixamos de lado o tradicional quadro negro e o giz e passamos directamente para as superfícies e projecções interactivas.

Cidadania e Educação

saiba mais!!!


Sobre cidadania o dicionário de língua portuguesa Larousse afirma ser “qualidade de cidadão”, “qualidade de uma pessoa que possui, em uma determinada comunidade, política, o conjunto de direitos civís e políticos”. No entanto, na realidade em que vivemos atualmente, se indagarmos a respeito do tema, certamente encontraremos uma diversidade de opiniões e nenhuma definição que possa contemplar de forma plena o conceito de cidadania. Podemos afirmar que ser cidadão é ter direitos e deveres. Mas de que maneira poderemos definir quais direitos e quais deveres? Portanto, é na determinação destes direitos e deveres que se encontra o “nó” relacionado a esta questão complexa que é a cidadania.