segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Sir Humphry Davy

Leonardo Albino
Sir Humphry Davy foi um dos grandes químicos do inicio do século XIX, uma época em que a química estava nascendo como ciência. Com suas ideias liberais e românticas, Davy conseguiu crescer cientificamente e isolar cerca de seis elementos utilizando conceitos de eletroquímica. A seguir veremos um resumo da vida deste grande químico.

Nascido em Penzance, na Cornualha ao sudoeste da Inglaterra, no dia 17 de dezembro de 1778, filho de um carpinteiro e uma dona de casa, Humphry Davy foi o primeiro de cinco filhos. Humhpry cresceu numa época de transição, o Iluminismo estava em seu auge, uma nova filosofia que pregava a busca da razão. Juntamente começava a surgir o Romantismo, um movimento artístico que glorificava os sentimentos humanos. Talvez nenhum outro cientista da época tenha unido tão bem essas suas filosofias. Apaixonado pela química desde pequeno foi convidado pelo químico e físico inglês Dr. Thomas Beddoes para trabalhar na sua recém-formada instituição de pesquisa The Pneumatic Institution, em Bristol, que tinha a finalidade de tratar de doenças respiratórias, principalmente a tuberculose, com o uso de gases em 1798. Lá Davy começou sua carreira como químico.
Sendo um exímio pintor e poeta, Davy também chamou atenção dos pioneiros do Movimento Literário Romancista Britânico, conhecidos como Lake Poets: William Wordsworth, Samuel Taylor Coleridge e Robert Southey. Humphry Davy e os poetas românticos compartilhavam interesse pela poesia, no poder da natureza e numa certa substância que alterava o humor. Uma das substâncias estudadas por Davy era o Óxido Nitroso. Quando inalado produz uma suave depressão numa região do cérebro relacionada aos sentimentos e à autocensura.
ImagemA pessoa entra num estado de relaxamento e felicidade, podendo mesmo rir à toa ou chorar (ao que parece, mais rir do que chorar). Uma sensação parecida à de beber demais. Davy tinha o perigoso habito de testar em si mesmo os gases que estudava e, aspirando o gás, descobriu suas propriedades analgésicas. Não demorou muito para Davy convidar seus amigos e colegas de trabalho em sua casa em Bristol para usarem o “gás hilariante”. Em frente a uma bela paisagem no interior da Inglaterra Humphry Davy e seus amigos Lake Poets usavam o óxido nitroso para terem inspiração para escrever seus poemas românticos. Festas eram organizadas onde os convidados se deliciavam a inalar o famoso gás hilariante. Em seu livro “Researches, Chemical and Philosophical, chiefly concerning Nitrous Oxide and its Respiration”, publicado em 1800, por causa de suas propriedades analgésicas, Davy sugeriu que utilizassem como anestesia em cirurgias e operações médicas. Em 1844 o dentista de Connecticut, Horace Wells, usou o Óxido Nitroso para a extração de dentes, tornando o gás o primeiro anestésico químico.
Seu livro foi um sucesso no meio cientifico da época, aumentando sua fama. No dia 9 de março de 1801 Davy deixa Bristol e vai para Londres ocupando o cargo de Professor Assistente de Química da Royal Institution. Suas palestras pagas eram abertas ao público onde realizava uma série de demonstrações e experimentos. Explosões, mudanças de cor, precipitações eram a marca dos experimentos de Davy. Era uma divulgação da química como ciência para a sociedade britânica. O seu carisma curiosidade pelo espetacular fizeram dele um sucesso imediato, principalmente com as damas de Londres. Logo Davy era o químico mais famoso da Grã-Bretanha. Tornou-se Professor Titular em 1802, foi eleito um membro da Royal Society de Londres em 1803 e foi premiado com a medalha Copley em 1805.
A partir do inicio do século XIX, Davy interessou-se por eletricidade. Aplicando uma corrente elétrica em certas substâncias, ele conseguiu isolar elementos até então desconhecidos da ciência. Assim ele descobriu o Potássio e, utilizando a mesma técnica, tornou-se o primeiro a isolar vários elementos:

  • Sódio
  • Cálcio
  • Boro
  • Bário
  • Magnésio
  • Estrôncio


Além de ajudar a determinar o Cloro e o Iodo e realizar pesquisas com o Nitrogênio, Enxofre, Alumínio e Carbono. Mas, como ele mesmo dizia, sua maior descoberta foi uma pessoa: Michael Faraday.
Logo depois de ser nomeado Sir pelo Rei George III, Davy sofreu um acidente de laboratório, onde uma explosão do NCl3 cegou temporariamente, obrigando a procurar um ajudante. Há uns meses atrás tinha recebido um caderno de anotações de um rapaz pobre, que havia ganhado ingressos para assistir as palestras de Davy. Era Michael Faraday (1791-1867), que trabalhava como aprendiz de encadernação em uma livraria de Londres. Davy ficou surpreso de como um rapaz sem estudo poderia ter escrito aquilo e contratou o rapaz em 1813. Davy ainda não sabia, mas Faraday tornar-se-ia um revolucionário da ciência, um grande físico e químico que se sobrepôs ao mestre.
davy2Em 1818 foi agraciado com o título de Barão e nomeado Presidente da Royal Society em 1820. Em 1826 ganhou mais um prêmio, a Royal Medal pelo desenvolvimento da eletroquímica. Presidiu a Royal Society até 1827, renunciando o cargo devido a problemas de saúde, sendo substituído pelo colega Davies Gilbert. Mas anos de intoxicação química foram demais para Davy. Mudou-se para Roma para procurar tratamento e acabou falecendo em Genebra, na Suíça em 29 de Maio de 1829, aos cinquenta anos, para a comoção do mundo cientifico. Em sua homenagem, em 1877 foi criado a Medalha Davy pela Royal Society, para premiar uma descoberta recente excepcionalmente importante em qualquer ramo da química.
Sir Humphry Davy foi um grande propagador da ciência química. Apesar de nunca ser formado numa universidade, Davy mostrou que com seu trabalho poderia alcançar o alto escalão cientifico da época. Em uma época em que novos pensamentos e filosofias apontavam na Europa e no mundo (Romantismo, Revolução Industrial, Revolução Francesa e Guerras Napoleônicas) Davy representou esses ideais de transição, sendo inovador e original. Como bom romântico faleceu ainda jovem devido a sequelas de inalar diferentes gases durante sua vida.



Referências:
Livros
de FARIAS, R. F.; Para gostar de ler a história da química. Vol. 2. ed. Átomo. Campinas, SP. p. 41-43.
LEICESTER, H. M.; The Historical background of Chemistry. Dover Publications, Inc. New York, NY. p. 161-222
WEEKS, M. E.; LEICESTER, H. M.; Discovery of the Elements. ed. 7.  Journal of Chemical Education. Easton, Pa. 1968.
ASIMOV, I.; Cronologia das Ciências e das Descobertas. Civilização Brasileira S.A. Rio de Janeiro, RJ. p. 375-493. 1993.
KENDALL, J.; Young chemists an Great discoveries. Strangeways Press Limited, Printers, London. p. 1-88
IHDE, A. J.; The Development of Modern Chemistry. Dover Publications, Inc. New York, NY. p. 161-222.
PARIS, J. A.; The life of Sir Humphry Davy, bart., LL.D.. vol. I. Londres. H. Colburn an R. Bentley. 1831. p-1-547.

Documentários
Chemistry: a Volatile History. Episode I: Discovering the Elements. Apresentador: Professor Jim Al-Khalili. Diretor: Jon Stephens. Documentário. 58’42’’. BBC.
Shock and Awe: The Story of Electricity. Episode I: Spark. Apresentador: Professor Jim Al-Khalili. Diretor: Tim Usborne. Documentário. 59’20’’. BBC.
The Story of Science: Power, Proof and Passion. Episode II: What is the World Made of ?. Apresentador: Michael Mosley. Diretor: Nat Sharman. Documentário. 58’47’’. BBC.

O que é a gripe suína?


 
A gripe H1N1 ou suína, como ficou conhecida no início da epidemia, é uma doença respiratória aguda altamente contagiosa frequente em porcos. Estes animais podem ser infectados, ao mesmo tempo, por mais de um tipo de vírus, o que possibilita que os genes dos vírus se misturem.

Por isso, a suspeita dos especialistas é que a doença que está contaminado pessoas atualmente seja provocada por um vírus que contém genes de várias origens – chamado de recombinante (veja como funciona a recombinação).

É um vírus que contém a mistura de genes que provocam a gripe suína, a aviária e a humana.

Contaminação


As primeiras pessoas infectadas provavelmente tiveram contato com porcos, em fazendas e agropecuárias, por exemplo. No entanto agora o contágio está ocorrendo principalmente pelo contato próximo entre uma pessoa e outra, especialmente pela tosse ou espirros – daí o motivo do uso das máscaras.
Não foram identificados quaisquer tipos de contaminação em relação ao consumo de carne suína ou os seus derivados. O vírus da gripe suína não resiste ao cozimento em temperatura superior a 70ºC, como se recomenda para a preparação de carne de porco e outras carnes.Epidemiologistas estão especialmente preocupados com o fato de os mortos identificados até agora serem adultos jovens, o grupo normalmente menos vulnerável à gripe. É possível que idosos e crianças tenham resistido à doença por terem sido vacinados.

Sintomas

Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre (superior a 39ºC), cansaço, fadiga, dores pelo corpo, corizas e tosse. Existe vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizadas pelos humanos.

De acordo com a OMS, o medicamento antiviral Tamiflu, em testes iniciais mostrou-se efetivo contra o vírus da gripe suína. O tratamento, para funcionar, tem de ser feito nas primeiras 48h.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito da mesma maneira da gripe comum. Quando observados os sintomas da doença, recolhe-se material para análise, normalmente o muco do nariz e da boca.
Em uma pessoa com suspeita, primeiramente se faz o chamado teste rápido para detecção do vírus influenza. É um kit que permite identificar a presença do vírus influenza. Se o teste rápido der positivo, o material colhido é mandado para um laboratório especializado, e ali se identifica se o vírus encontrado é ou não da gripe suína.

Imunização

O infectologista André Lomar, defende que a vacinação habitual contra gripe (influenza) não combate o vírus suíno, mas pode amenizar muito discretamente os sintomas. "Ainda não há vacina específica e para ser feita levaria no mínimo seis meses", disse o infectologista numa previsão positiva da comunidade científica.(imagem ilustrativa, eu pessoalmente não faria isso :v)
Fontes:

Estadão online - Surto de gripe no México e EUA tem potencial de pandemia - 25/04/2009

BBC Brasil - OMS: Gripe suína pode virar pandemia - 25/04/2009

JC online - Tamiflu parece ser efetivo contra gripe suína, diz OMS - 25/04/2009

Jornal Zero Hora- pag. 4-6- 29/04/2009
Foto: Meu face tinha bugado e não estava com possibilidade de postar, mas então resolvemos esse problema, mas isso não tem importância então como eu gosto de aborda a astronomia, mas como a demanda sobre biologia postarei sobre biologia então... 

O que é a gripe suína?                              

A gripe H1N1 ou suína, como ficou conhecida no início da epidemia, é uma doença respiratória aguda altamente contagiosa frequente em porcos. Estes animais podem ser infectados, ao mesmo tempo, por mais de um tipo de vírus, o que possibilita que os genes dos vírus se misturem.

Por isso, a suspeita dos especialistas é que a doença que está contaminado pessoas atualmente seja provocada por um vírus que contém genes de várias origens – chamado de recombinante (veja como funciona a recombinação).

É um vírus que contém a mistura de genes que provocam a gripe suína, a aviária e a humana.

Contaminação

   
As primeiras pessoas infectadas provavelmente tiveram contato com porcos, em fazendas e agropecuárias, por exemplo. No entanto agora o contágio está ocorrendo principalmente pelo contato próximo entre uma pessoa e outra, especialmente pela tosse ou espirros – daí o motivo do uso das máscaras. 
Não foram identificados quaisquer tipos de contaminação em relação ao consumo de carne suína ou os seus derivados. O vírus da gripe suína não resiste ao cozimento em temperatura superior a 70ºC, como se recomenda para a preparação de carne de porco e outras carnes.Epidemiologistas estão especialmente preocupados com o fato de os mortos identificados até agora serem adultos jovens, o grupo normalmente menos vulnerável à gripe. É possível que idosos e crianças tenham resistido à doença por terem sido vacinados.

Sintomas

Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre (superior a 39ºC), cansaço, fadiga, dores pelo corpo, corizas e tosse. Existe vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizadas pelos humanos.

De acordo com a OMS, o medicamento antiviral Tamiflu, em testes iniciais mostrou-se efetivo contra o vírus da gripe suína. O tratamento, para funcionar, tem de ser feito nas primeiras 48h.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito da mesma maneira da gripe comum. Quando observados os sintomas da doença, recolhe-se material para análise, normalmente o muco do nariz e da boca.
Em uma pessoa com suspeita, primeiramente se faz o chamado teste rápido para detecção do vírus influenza. É um kit que permite identificar a presença do vírus influenza. Se o teste rápido der positivo, o material colhido é mandado para um laboratório especializado, e ali se identifica se o vírus encontrado é ou não da gripe suína.

Imunização

O infectologista André Lomar, defende que a vacinação habitual contra gripe (influenza) não combate o vírus suíno, mas pode amenizar muito discretamente os sintomas. "Ainda não há vacina específica e para ser feita levaria no mínimo seis meses", disse o infectologista numa previsão positiva da comunidade científica.(imagem ilustrativa, eu pessoalmente não faria isso :v) 
Fontes:

Estadão online - Surto de gripe no México e EUA tem potencial de pandemia - 25/04/2009

BBC Brasil - OMS: Gripe suína pode virar pandemia - 25/04/2009

JC online - Tamiflu parece ser efetivo contra gripe suína, diz OMS - 25/04/2009

Jornal Zero Hora- pag. 4-6- 29/04/2009

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Recurso de inclusão, audiodescrição ainda está longe das escolas

Recurso de inclusão, audiodescrição ainda está longe das escolas

Mil palavras valem mais do que uma imagem para quem tem deficiência visual. É por meio da audiodescrição que filmes e peças de teatro se tornam acessíveis para esse público. Contudo, o recurso de inclusão não se popularizou entre os programas de lazer, e é ainda menos explorado na sala de aula. Fora das grades curriculares das licenciaturas, a capacitação de professores fica por conta de cursos de extensão, que ainda são raros - é mais comum encontrar formações voltadas para a área cultural.
Historiador e doutorando em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Felipe Mianes, 31 anos, fez aulas de audiodescrição de produtos culturais na Faculdade de Arquitetura da UFRGS em 2012. Apesar de já trabalhar com temas relacionados à acessibilidade desde 2008, foi após o curso que ele começou a atuar como audiodescritor consultor na empresa Tagarellas Audiodescrição, de Porto Alegre, onde supervisiona os roteiros de audiodescrição.
Atualmente, Felipe, que tem baixa visão, ministra a segunda edição do curso Audiodescrição e suas Intersecções com a Educação na UFRGS, destinado a professores de todas as áreas do conhecimento, pedagogos, profissionais que atuam em museus, bibliotecas, teatros e centros culturais, comunicadores, produtores e gestores culturais. “Criamos este curso especificamente para formar profissionais de audiodescrição na área de educação. É o primeiro com este foco. Há outros voltados à área cultural”, conta.
A audiodescrição é um recurso relativamente novo no Brasil. Segundo Felipe, as pessoas começam a perceber agora que podem utilizá-lo dentro da sala de aula. Tendo professores capacitados, alunos com deficiência visual não teriam dificuldades ao assistir a filmes ou entender gráficos e mapas, frequentemente utilizados em disciplinas como história, geografia e matemática. “A audiodescrição é muito importante no processo de educação do aluno e não há esta formação nas grades curriculares das graduações de licenciatura”, aponta.
A audiodescrição é muito importante no processo de educação do aluno e não há esta formação nas grades curriculares das graduações de licenciatura
Felipe Mianesaudiodescritor
Felipe comenta que existem instituições de ensino que oferecem, geralmente no contraturno, centros multimeios especializados em atender pessoas com deficiência. “São espaços onde são retomados conteúdos passados em sala de aula. Neste espaço, a audiodescrição é fundamental, mas o ideal seria que fosse feita na sala de aula mesmo”, opina o audiodescritor. Para ele, seria fundamental ter a formação como disciplina dos cursos de licenciatura. “Ao menos que sejam como eletiva e não fique a cargo da extensão”, diz. Além de contemplar necessidades e especificidades da aprendizagem deste sujeito, a audiodescrição contribui para a autoestima do aluno com deficiência. “Ele se sente acolhido no processo educacional, fora a questão de formação e aprendizagem. Acaba mudando a vida destes alunos”, completa Felipe.
Escassez de cursos
A grande escassez de profissionais qualificados na área de audiodescrição - tanto para educação quanto para produtos culturais - deve-se ao fato da não existência de cursos regulares para esta formação. A maioria é promovida pelas empresas que trabalham com audiodescrição. “Podemos fazer cursos de extensão, como este com intersecção na educação, mas não de formação. O curso de formação de audiodescritores tem que ter, no mínimo, uma carga horária de 100 horas”, explica o professor do curso de extensão da UFRGS. 
A demanda por profissionais desta área é tão grande que, além de ter muita gente trabalhando sem a formação adequada, a solução que vem sendo utilizada são cursos de ensino a distância. Algumas universidades promovem iniciativas pontuais, como o curso de Introdução à Audiodescrição da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também já realizou curso semelhante. A faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) oferece o curso de especialização em Acessibilidade Cultural, com 45 horas dedicadas à audiodescrição. De acordo com o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência - a maioria visual, com mais de 35 milhões de deficientes.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PROJETO FINAL


Disciplina: Informática Aplicada a Educação

Alunas: Sílvia Janaína Pimentel e Simone Oliveira dos Santos

Turma: LQ 5 - Vespertino

 

Projeto Final

 

1)           Criar um Blog ou Wiki. (1,0).


 

2)            Inserir seu endereço do twitter ou facebook no blog ou wiki. (0,5).


 

3)            Atualizar seu facebook ou twitter com informações educacionais sobre sua área e tema escolhido para o projeto final. (0,5).

4)            Dividir as informações no wiki ou blog com os 5 itens:

a)    Resumo do Projeto de Aprendizagem – Explicar o tema e o objetivo da atividade. Descrever o que o aluno poderá aprender como esta aula. Duração da atividade. Conhecimento prévio trabalhado pelo professor,  estratégia e recursos da aula. (2,0).

 

A tabela periódica colaborando para a sustentabilidade:

As questões ambientais vêm conquistando espaço importante no âmbito educacional, portanto cabe ao professor levar os temas relevantes para a boa vida no planeta para dentro da sala de aula, independente da disciplina que ministra, com o objetivo de  transformar o seu ambiente escolar em um exemplo de sustentabilidade.

·               Objetivo Geral: Compreender a importância de reconhecer as propriedades e características dos elementos químicos a partir das informações contidas na tabela periódica a fim de contribuir para o conhecimento sobre os elementos químicos e sua estreita relação com o meio ambiente sustentável.

Objetivos específicos:

·          Conhecer a estrutura da tabela periódica

·          Identificar os elementos químicos na tabela periódica

·         Relacionar os elementos químicos e suas propriedades com o meio ambiente. 

b)    Organizar as idéias registradas e desenvolva um Mapa conceitual sobre toda a atividade do blog utilizando o cmaptools, colocar no blog/wiki a figura do mapa e  enviar por e-mail a o arquivo com extensão .cmap.(1,0).

Tema do Blog: Educação e Cidadania

A tabela periódica colaborando com a sustentabilidade ambiental



 
c)    Desenvolvimento da Atividade – descrever os passos que serão realizados na atividade para que o aluno consiga atingir o objetivo de aprender o conteúdo exposto. Buscar uma base de figuras, vídeos, mapas para exemplificar a atividade.(1,0).

SEQUENCIA DIDÁTICA:

1ª Aula:

1ºMomento -  Iniciar discussão com os alunos a respeito de como eles vêm o meio ambiente e se eles se sentem parte deste.

Como os materiais são formados?

Observar os materiais ao redor e classificá-los: São de origem natural ou artificial?

Os materiais se originam a partir da combinação de outros materiais, que se formam também a partir da mistura de substâncias.

Ressaltar que existem milhares de substâncias que são formadas por pouco mais de uma centena de elementos químicos.

2ºMomento: Apresentar a Tabela Periódica e sua estrutura, ou seja como os elementos estão organizados e destacar que este é um instrumento de apoio às aulas, não é para ser memorizado mas sim, compreendido e utilizado corretamente.

Destacar a organização da tabela:  7 linhas (períodos) e 18 grupos (famílias)

Mostrar a classificação dos elementos: metais, não metais

Apresentar as propriedades dos elementos: sólidos, líquidos, gasosos, propriedades gerais e específicas.

Estabelecer a mediação do conhecimento científico ministrado com a sua importância para o cotidiano: As propriedades dos elementos permitem conhecer o tempo de duração das substâncias no ambiente e com isso planejar ações que possam garantir a sustentabilidade.

3ºMomento: Utilização do objeto de aprendizagem e outros instrumentos para dinamizar e fixar os conteúdo



 



2ª Aula:

4ºMomento: Exercício de Verificação de Aprendizagem

 

d)   Avaliação da atividade – escolher um método avaliativo da atividade e explicar poderá avaliar o conhecimento adquirido pelo aluno.(1,0).

A avaliação da atividade terá caráter formativo, ou seja,  cada  momento permite o uso de instrumentos avaliativos diferenciados:  discussão sobre o tema, proposição de ideias dos alunos, exercícios escritos.

 

e)    Citar as referência bibliográficas.(1,0).

Carlos Barros e Wilson Roberto Paulino. 6º ao 9º ano.

 

5)    Escolher um Objetivo de Aprendizagem para auxiliar o desenvolvimento da atividade. (2,0).

 
OBJETO DE APRENDIZAGEM
Título:
Tabela periódica
Tipo do recurso:
Animação/simulação
Objetivo:
Apresentar a tabela periódica e a as propriedades dos elementos químicos
Descrição do recurso:
Apresenta a tabela periódica e possibilita, através da escolha de um elemento específico, visualizar sua propriedades, tais como: número atômico, massa atômica, eletronegatividade e a distribuição dos elétrons
Componente Curricular:
Ensino Médio. Ciências Exatas e da Terra:: Física e Química
Tema:
Ciências Exatas e da Terra::Química::Físico-Química Educação Básica::Ensino Médio::Química::Propriedades das substâncias e dos materiais
Autor(es):
Silva, Tatiana da
Descrição:
Noções de estrutura atômica
Endereço eletrônico:
Detentor do direito autoral:
Tatiana da Silva
Recurso elaborado pela Equipe Web Física, com a parceria entre o Instituto de Física, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IF/UFRJ) e o Centro de Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro, da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ/CECIERJ). Para visualizar este recurso é necessário instalar o Flash Player
Submetido por:
Universidade de Brasília (UnB)

 

 

CLUBE DA QUIMICA

CLUBE DA QUÍMICA


Assim, quase sempre, é exigida a pura memorização, restrita a baixos níveis cognitivos, geralmente consolidados por exames de vestibulares e em livros textos amoldados com esta situação. Enfatizam-se muitos tipos de classificações, como tipos de reações, ácidos, soluções e outros temas, que não representam aprendizagens significativas

XX Congresso Nacional da APAEs

Resumo:
 

As Tecnologias da Informação e da Comunicação são indiscutivelmente hoje um tema urgente e palpitante para todos os cidadãos brasileiros. Mais ainda se torna uma questão de possibilidades e novos caminhos para a Educação, e, dentro desta, uma crescente e necessária utilização de suas ferramentas no processo educacional de pessoas com deficiências.

Apresento minhas perplexidades e dúvidas, além de minha reconhecida apologia do uso e aplicação de novas tecnologias da comunicação e da informação no campo da Educação Especial, principalmente no meu desejo de transformação da Exclusão Social e Digital a que todos os cidadãos estão ainda submetidos em nosso País.
Há que difundir o seu uso ético e científico, bem como sua socialização ampliada, desmitificando o uso de ferramentas sofisticadas e caras, buscando soluções que possibilitem a sua efetiva implementação nos diversos e diferentes contextos das escolas brasileiras.
Acredito e tento fazer crer que, no processo transformador, chamado de inclusivo, do acesso às informações e ao conhecimento através do uso de computadores e de suas redes de comunicação, há uma urgente necessidade de sua democratização de acesso e uso, correndo-se o risco de acentuar e não remover as divisões e barreiras entre os que podem e os que não podem usufruir destas ferramentas tecnológicas atuais. Temos de combater a info-exclusão e a criação dos sem-computador ou sem-internet, os que estão conectados e os desconectados, os que chateiam e os chateados por não poderem bater papo com o Mundo.
As chamadas inovações e avanços no campo das tecnologias têm surpreendido a humanidade, muitas vezes criando mitos e explorações, porém no campo das deficiências e na vida cotidiana dos deficientes, e em especial dos cidadãos com Paralisias Cerebrais (que chamamos de DEF – Distúrbio de Eficiência Física ), o que estamos assistindo e participando é um processo criativo de produção de novos meios, técnicas e instrumentos que, quando eticamente utilizados, irão favorecer os processos de aprendizagem, profissionalização, autonomia e de inclusão social destes cidadãos.



Palavras-chaves: Novas Tecnologias, Inclusão Social, Universal Design, Educação Especial, Informática aplicada à Educação Especial, Acessibilidade, Inclusão Digital, Exclusão Social, Internet, Tecnologias Assistivas ou Auxiliares, Comunicação Aumentativa e Alternativa ou Suplementar, Era Digital.
http://www.defnet.org.br/Avancos_tec.htm